02 de Setembro de 2010
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PERSPECTIVAS ATUAIS DO DIREITO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL
Helenara Braga Avancini e Milton Lucídio Leão Barcellos
 
Disponível no site www.edipucrs.com.br/propriedadeintelectual.pdf

A obra tem 237 páginas e seus textos foram selecionados para publicação entre os estudados durante o curso. Os títulos estão mencionados e do texto da coordenadora da obra destaquei alguns pontos. Caso queira conhecer a integrada obra tem a indicação do acesso eletrônico acima.

Introdução.

A importância econômica dos direitos autorais na Sociedade da Informação é uma constatação, tendo em vista eu a informação e o conhecimento são considerados produtos de grande potencial econômico. Quem tem a informação tem poder, e dentro do conceito de informação insere-se toda a gama de criações intelectuais protegidas pelos direitos autorais (direito de autor, direitos conexos e programas de computador).

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Jornalistas Brasileiros no Século 21, visões sobre a profissão
Heloiza Golbspan Herscovitz
 
Amigos e Colegas,

Finalmente divulgo alguns resultados gerais de minha enquete com 624 jornalistas de todo o Brasil feita em 2009. Desculpem o atraso. O estudo será publicado este ano no livro The Global Journalist, editado pelo veterano pesquisador David Weaver. Aqui vai um resumo de alguns dados que fazem parte do capítulo sobre o Brasil. O conteúdo da pesquisa também será apresentado em Julho de 2010 na conferência da Association for Media and Communication Research - IAMCR – em Braga, Portugal (http://iamcr.org/congress/braga-2010).

A enquete foi enviada por email para 1,000 jornalistas de todo o país, incluindo aqueles que trabalhavam full time em todo o tipo de mídia e em assessorias de imprensa. No total, foram enviados convites para participar da pesquisa a profissionais de 48 jornais, 62 revistas, 8 redes de televisão e radio, 25 portais, 200 assessorias de imprensa e 18 escritórios de imprensa de órgãos do governo em 26 estados. O questionário foi montado com a ajuda de um software chamado Survey Monkey, que também ajuda na análise estatística dos resultados (https://www.surveymonkey.com).

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CONSELHO FEDERAL DE JORNALISMO
interesses, pressão e desequilíbrio
na cobertura jornalística
Juliana Galindo Romão
 
RESUMO

Este trabalho científico foi pensado e construído com a intenção de investigar as origens e identificar possíveis causas para a reação majoritariamente contrária do jornalismo impresso à proposta de criação do Conselho Federal (CFJ) e Conselhos Regionais (CFJ) de jornalismo. A cobertura jornalística do CFJ ocupou as páginas dos jornais por tempo raro na profissão, agosto a dezembro de 2004, sugerindo a existência de aspectos de importância singular para os próprios jornalistas e veículos, levando-os a manter o tema em destaque por quase quatro meses. A criação do CFJ proposta pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e transformada em Projeto de Lei pelo Governo representaria uma nova ferramenta de regulação profissional para o jornalista, nos moldes dos conselhos profissionais reconhecidos e respeitados social e juridicamente, a exemplo dos Conselhos de Medicina, Engenharia, Biologia, a Ordem dos Advogados, etc. A cobertura jornalística realizada por três dos principais veículos de comunicação do país, Folha de São Paulo, Estado de São Paulo e O Globo, porém, tratou o CFJ como ilegítimo e antidemocrático, polarizando e resumindo as notícias aos conceitos liberdade de imprensa x censura, numa polêmica mantida por todo o noticiário, e de maneira linear nos três jornais. Através das notícias, o Conselho e foi duramente criticado pelos próprios jornalistas atuantes nas redações, pelos proprietários de jornais, além de parlamentares, juristas, acadêmicos e representantes de entidades associativas, num movimento anti-CFJ que extrapolou os bastidores de produção textual e guiou o enquadramento do noticiário. Para além dessa angulação, contudo, os textos publicados apresentaram elementos subjetivos e marcas lingüísticas indicativas de uma cobertura desequilibrada não pela tomada de partido individual e específica de um jornalista ou um veículo, mas por um sentimento de rejeição a propostas regulamentares, que em mais um processo pouco usual na imprensa uniu donos de jornais e jornalistas, cada um com interesses específicos, num movimento bem sucedido de pressão pelo arquivamento do Conselho. Palavras-chave: regulamentação; imprensa; liberdade; censura; Conselho Federal de Jornalismo.
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