Em assembléia geral realizada no dia 15 de julho os jornalistas do Distrito Federal aprovaram a celebração de convenção coletiva com os patrões. Em Minas Gerais, cresce a expectativa em torno das negociações para o segmento de Rádio e TV de Belo Horizonte, que devem ser retomadas. Já em Santa Catarina, ex-docentes do Ielusc lançaram carta aberta criticando as demissões e contenções de despescas que prejudicam a qualidade do ensino superior na instituição.
Na assembléia geral promovida pelo Sindicato do DF, dos 201 profissionais que assinaram o livro de presença, 125 (62%) aprovaram o acordo. Ficou assegurado o reajuste de 5,3% retroativo a abril, podendo ser pago em até duas vezes a partir de julho, Programa de Participação de Resultados (PPR) correspondente a 30% do salário base (sem as duas horas extras contratuais), com o mínimo de R$ 800,00 e teto de R$ 1.000,00, reajuste nos pisos em 5,3% para mídia impressa (R$ 1.740,60) e de 6% para o da mídia eletrônica (1.500,00), entre outros direitos.
Jornalistas de rádio e TV em BH esperam avanços nas negociações
Após mais de um mês com as negociações de sua campanha salarial paralisadas ,os jornalistas de Rádio e TV em Belo Horizonte aguardam nova contraproposta do segmento patronal. Na última reunião, realizada dia 14 do mês passado, os patrões apresentaram contraproposta de apenas 4,5% de reajuste salarial, que sequer repunham as perdas salariais acumuladas de 5,3%. O Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de BH vai se reunir na próxima segunda-feira, 26 de julho, para voltar a discutir a pauta de reivindicações encaminhada pelo Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais e, possivelmente, definir uma nova contraproposta.
Ex-professores do Ielusc criticam ações da instituição
Em carta aberta distribuída no dia 19 de julho, ex-professores do Instituto de Estudos Luteranos de Santa Catarina (Ielusc), de Joinville, criticaram as medidas que a direção da instituição vem tomando para buscar superar alegados problemas financeiros, entre elas a redução do projeto pedagógico com alterações nas exigências curriculares e precarização das condições de trabalho e demissões de docentes. Os ex-professores destacaram a importância da implantação do ensino superior no colégio Bom Jesus, em Joinville, para o norte catarinense nos últimos 15 anos, com a formação de centenas de profissionais em enfermagem, jornalismo, publicidade e propaganda, educação física, turismo e nutrição. E lamentaram que “Todo este patrimônio representado pelos egressos e materializado nos projetos pedagógicos dos cursos foi comprometido nas últimas semanas por conta de decisões temerárias tomadas pela direção do Bom Jesus/Ielusc – supostamente em nome da redução de custos e da sobrevivência comercial do empreendimento de ensino”. Os signatários finalizaram o documento apresentando sugestões para “pensar alternativas que garantam a preservação desse projeto tão caro ao interesse público e ao ensino superior em Santa Catarina e no Sul do país”. |